O objectivo é reduzir a taxa de perda de biodiversidade. Hoje sabe-se que 17.291 espécies estão actualmente ameaçadas em 47.677 espécies avaliadas.
Estão em risco 21% dos mamíferos, 30% dos anfíbios, 12% das aves, 28% dos répteis, 37% dos peixes de água doce, 70% das plantas e 25% das espécies de invertebrados.
As principais causas para estas percentagens são: as alterações nos habitats naturais; a sobrexploração das florestas, oceanos, rios, lagos e solos; a introdução de espécies alóctones invasivas (são organismos não-nativos que se desenvolvem fora do seu ambiente de origem); a poluição e, cada vez mais, as alterações climáticas globais.
As principais causas para estas percentagens são: as alterações nos habitats naturais; a sobrexploração das florestas, oceanos, rios, lagos e solos; a introdução de espécies alóctones invasivas (são organismos não-nativos que se desenvolvem fora do seu ambiente de origem); a poluição e, cada vez mais, as alterações climáticas globais.

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