quinta-feira, 3 de junho de 2010
Uma tarde na feira Santiagro
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Quercus
- Há quantos anos existe o centro de recuperação de animais selvagens de Santo André? Os primeiros animais foram recebidos em 1991.
- Onde foi criado o primeiro centro de recuperação de animais selvagens? O primeiro centro de recuperação foi criado pelo Instituto de Conservação da Natureza, no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Existem actualmente, em Portugal, 13 centros.
- Os animais que recuperam no centro geralmente pertencem a espécies em vias de extinção? E a espécies migratórias? Pertencem a todos os grupos de animais selvagens.
- Que espécies de animais têm com maior frequência? Aves de rapina.
- Geralmente estão muitos animais no centro? Uma média de 20 animais. Quando ultrapassa esta média torna-se difícil o alojamento de animais, dado o número de instalações existentes.
- O período de recuperação dos animais é geralmente longo? Os períodos de recuperação dependem das causas de entrada e do estado dos animais quando entram no Centro, prolongando-se em média por 90 dias.
- Já morreram animais que estavam em recuperação? Sim. Morrem cerca de 50% dos animais que dão entrada no centro.
- O que acontece aos animais que não conseguem recuperar ao ponto de poderem ser devolvidos à natureza? Uns são entregues aos Centros do ICNB (Instituto de conservação da Natureza e Biodiversidade), outros vão para parques pegagógicos.
- Como funciona o trabalho de voluntariado no centro? Funciona diariamente de forma concertada, de acordo com a disponibilidade, assiduidade, experiência e responsabilidade.
- Quantos voluntários tem o centro actualmente? Actualmente são 8.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O riso desvendado das Hienas
Investigadores descobriram recentemente que a "gargalhada" produzida pelas hienas, contem informação quanto à idade, domínio e identidade da hiena que a produz.
Estudaram um grupo de 26 hienas, mantidas em cativeiro. As diferenças registadas ao nível do timbre dos diferentes animais, demonstravam as suas diferenças hierárquicas.
Através destes "risos", as hienas podem identificar aqueles socialmente superiores e pedir ajuda ao "clã" quando se encontram na presença de um inimigo, como por exemplo, os leões.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Primeiro dia de voluntariado
terça-feira, 23 de março de 2010

No dia 10 de Março, quarta-feira, nós visitámos o canil municipal de Santiago do Cacém e a Associação S. Francisco de Assis.
Vimos os cães que estavam no canil e fotografámos alguns deles. Uma das cadelas estava grávida e outra já tinha dado à luz. Soubemos que um dos cães tinha sido entregue pelo dono, que não podia continuar a cuidar dele. E outro dos cães ia ser eutanasiado.
Foi-nos concedida a oportunidade de escolher o nome para uma cadela, uma rafeira alentejana. Nós escolhemos Serena.
Depois fomos ver os cães que estavam na associação, onde também fotografámos alguns deles e filmámos. Ao contrário do canil, onde nem todos os cães estavam disponíveis para adopção, na associação todos estavam, e estão, à espera de ser adoptados.
Por fim, entrevistámos a responsável pelo canil. Entrevista essa que pode ser vista aqui, no nosso blogue.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Primeiro animal imortal
sexta-feira, 19 de março de 2010
Bioeventos 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
"E as borboletas?"
Algumas espécies correm até o risco de extinção a nível global. Quando se pensa em extinções, lembramo-nos sempre de animais de maiores dimensões, mas não nos podemos esquecer que estes insectos também representam uma parte muito importante do nosso ecossistema. Estes insectos são uns dos responsáveis pela polinização das flores.

A Borboleta Branca Madeirense, está em alto risco de extinção. Já há vinte anos que não é vista na ilha.
A acção do homem tem causado a destruição de muitos habitats. Todos os dias a lista de espécies em vias de extinção aumenta. É altura de parar a desflorestação e começar a respeitar a natureza.
"Nature's future is our future, and if it fails, we will fail too" (Janez Potočnik, comissária europeia do ambiente)
Aqui está a reportagem na íntegra.
terça-feira, 16 de março de 2010
Abandono de animais

Uma "ave rara"

Por vezes ocorrem mutações nas penas dos pinguins que lhe podem dar outras tonalidades, mas sempre parcialmente e numa maneira simétrica. Uma mutação deste tipo, onde todas as penas apresentam uma unica cor, é, e passo a citar, "uma num zilião".
Foi um investigador da National Geographic que descobriu esta verdadeira "ave rara".
Aqui está o vídeo deste "one of a kind" penguin.
Dados insólitos
Vê mais aqui.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Sabias que...
segunda-feira, 8 de março de 2010
Cadáver de baleia dá à costa
O cadáver de uma baleia de barbas, com cerca de 7 metros de comprimento, deu à costa, na manhã do dia 5 de Março na Quarteira, Algarve.
Muitos habitantes deslocaram-se à praia para ver uma situação pouco comum nesta zona.
A autarquia e a polícia marítima estiveram no local para remover o cadáver da baleia.
O comandante da P.M. disse que a causa da morte é desconhecida, mas referiu que estes animais "por vezes adormecem à tona da água e que os navios acabam por passar por cima deles ou por serem atingidos pelas hélices".
Fonte: TVI 24 e Jornal Região Sul
segunda-feira, 1 de março de 2010
Sabias que...?
Os mamíferos comunicam entre si através do rosnar e dessa forma, as fêmeas avisam os outros elefantes da sua comunidade que vai dar à luz e assim, estes ficam atentos a possíveis predadores.
Estes dados foram conseguidos através da gravação dos sons emitidos pelos elefantes africanos durante 10 semanas.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Um autêntico milagre!
Embora ainda esteja fraco, este nosso amigo está fora de perigo.
Podemos dizer que é um animal de sorte, pois aguentou 3 dias de temperaturas negativas sem alimento algum!
Ainda bem que o conseguiram salvar!
Fonte: SIC, Jornal da Noite
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Ano Internacional da Biodiversidade
As principais causas para estas percentagens são: as alterações nos habitats naturais; a sobrexploração das florestas, oceanos, rios, lagos e solos; a introdução de espécies alóctones invasivas (são organismos não-nativos que se desenvolvem fora do seu ambiente de origem); a poluição e, cada vez mais, as alterações climáticas globais.









